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Glamour da Palavra

Um blog que tem de tudo um pouco. «EU POSSO RESISTIR A TUDO EXCETO À TENTAÇÃO»

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Programa Glamour #14 - Convidada Margarida Oliveira

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Margarida Oliveira é grande convidada do programa Glamour #14.


O tema escolhido para o programa foi o Tarot e o Reiki.


Foi uma conversa que durou cerca de 40 minutos e ainda houve tempo para falar no livro da Margarida. Um livro excelente baseado em factos reais sobre o cancro. Parabéns, Margarida!



Fábio Belo

 

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O estado da minha aldeia

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Uma vila que se tornou numa aldeia, pois não me admira, fica no interior do país. Muitos ainda questionam, se a sua localidade é uma vila, mas no entanto já se tornou numa aldeia com rumo a um aldeamento.


Assim que a noite cai surge um autêntico deserto, o único sinal de vida que se observa é o reflexo de luz vindo de algumas habitações e estabelecimentos públicos.


Muitos monumentos marcam a aldeia de uma forma positiva, mas ao mesmo tempo só se pode visitar o seu exterior, porque o seu interior permanece fechado. Alguns ainda se vão abrindo em ocasiões especiais. Dois museus um deles fechado. É pena!


Alpalhão também tem o seu lado positivo! Até poderá parecer, que estou a ironizar, mas não estou, Alpalhão tem um Hotel de quatro estrelas e ainda uma piscina de água salgada, apesar de ser privada é designada com a piscina da vila.
Finalmente os “nossos monumentos” vão ter identificação turística. Alpalhão vai ter percursos turísticos. Será a luz ao fundo do túnel?


Apesar de tudo, os traços gastronómicos, ainda estão bem vivos. Ainda se procura os bons enchidos, a doçaria típica, bem como os pratos típicos. O coração de algumas tradições ainda vai batendo, embora por vezes este coração pareça estar parado.


Este é o estado de uma vila, situada no interior do país. A minha aldeia do coração...


Fábio Belo

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Nuno Matos e Filipe Serra sagram-se campeões NACIONAIS de TT

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O Glamour da Palavra deseja os parabéns aos campeões nacionais de TT.

Nuno Matos e Filipe Serra sagram-se campeões nacionais de Todo o Terreno em casa, na 30º Baja 500 Portalegre.

Fábio Belo

 

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Dia Mundial para a Erradicação da Pobreza

 O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza comemora-se a 17 de outubro. Este dia foi celebrado oficialmente pela primeira vez em 1992, com o objetivo de alertar a população para a necessidade de defender um direito básico do ser humano.


A erradicação da pobreza e da fome é um dos oito objetivos de desenvolvimento do milénio, definidos em 2000 por 193 países membros das Nações Unidas e por várias organizações internacionais.


É neste dia que se dá voz aos pobres e que se alerta a população mundial para unir esforços para acabar com a pobreza.


"Passando da humilhação e da exclusão para a participação: acabando com a pobreza em todas as suas formas", é tema escolhido para este ano.


Os países mais pobres do mundo localizam-se no continente africano.

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Versos dedicados às Tabernas de Alpalhão

Já lá vai o tempo em que Alpalhão estava repleto de tabernas. Ainda hoje há duas ou três, embora com um conceito diferente.
Para recordar algumas das tabernas de antigamente, partilho convosco versos dedicados às Tabernas de Alpalhão. Foram elaborados há 58 anos, 24 de março de 1958, pelo senhor Francisco Redondo Carrilho, do Crato, mais conhecido por Francisco da Penteada.
Francisco Redondo Carrilho dedicou ainda uns versos “à gentil Vila de Alpalhão”, mas estes só os divulgarei no dia 1 de novembro juntamente com a crónica “O Estado da Minha Aldeia”.

“Estes versos dedicados às Tabernas de Alpalhão (I)


Mote
A Vila de Alpalhão
Trinta e uma tabernas tem
Se houver dinheiro e disposição
Em todas se bebe bem

 

I
Na do António Paulo
E na do Benigno Sequeira
Bebe-se de uma maneira
É só a gente prová-lo
Dá-se com a língua um estalo
Na do João Temudo Durão
Até refresca o coração
Na do Francisco Duarte
Nunca fica de parte
A Vila de Alpalhão
II
Na do António Moraes
E na do Eduardo Saboeiro
Passa-se o dia inteiro
Assim como nas outras mais
Todas elas são iguais
Para quem de fora vem
Na do João Velez também
E na do Francisco Baginha
Para beber a boa pinguinha
Trinta e uma tabernas tem
III
Na do António Caraça Varela
E na do Joaquim da Graça Paixão
Bebe com atenção
Olha que a pinga é bela
A do Jerónimo da Costa é aquela
Que nos fica de recordação
Na saída de Alpalhão
Quando se vae para Niza
Tudo no melhor sempre desliza
Se houver dinheiro e boa disposição
IV
Na do José Sequeira Valentim
E na do António Ferreira Nabo
De beber nunca acabo
Sem os levar até ao fim
É um gosto para mim
Entrar nelas porém
Saber qual é a que tem
O vinho mais afamado
Mas pelo o que tenho notado
Em todas se bebe bem

Segundos e últimos versos das Tabernas de Alpalhão (II)


Mote
Na do João Rovisco Carrilho
Na do José Rovisco Rijo
A do Amandio Loução
Eu sempre me dirijo


I
Na do João Grave Caldeira
E na do António Basto
Até se olha o astro
Com o sumo da parreira
Na do João Cadete da mesma maneira
Encontras o mesmo brilho
Ainda a gente tem um sarilho
Enquanto não percorre
Da sede não se morre
Na do joão Rovisco Carrilho
II
Na do António Ferreira
E na do Manuel Lopes Rijo
Creias que não finjo
Em falar d´esta maneira
Com a mesma brincadeira
Todas elas atinjo
Só apenas exijo
Aquilo que possa ser
Mas gosto muito de beber
Na do José Rovisco Rijo
III
Na do Gregório Rovisco Mousinho
E na do António Marchão
Na da Maria Saboeiro, com satisfação
Gosto de beber o meu copinho
Há ali o bom vinho
Há boa disposição
Eu tenho de recordação
E não lhes posso mentir
Que sempre gostei de rir
A do Amandio loução
IV
Na do Francisco Coelho
E na do José Pedro
Podes beber sem medo
Porque o vinho é um espelho
Toma este conselho
Porque eu não me aflijo
Só bebo do vinho rijo
Para que o coração não me caia
A do Bernardo Maia
Eu sempre me dirijo”

 Autor e Editor: Francisco Redondo Carrilho

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