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Glamour da Palavra

Um blog que tem de tudo um pouco. «EU POSSO RESISTIR A TUDO EXCETO À TENTAÇÃO»

Um blog que tem de tudo um pouco. «EU POSSO RESISTIR A TUDO EXCETO À TENTAÇÃO»

O Reinado de Herodes Chegou ao Fim…

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 O mês de dezembro aproximava-se e o frenesim do Presépio Vivo começava. Todos os anos era a mesma lengalenga. As férias de natal eram passadas na montagem do presépio. Uma semana de preparação para apenas duas horas de espetáculo. Com a aproximação do dia 25 de dezembro os desentendimentos começavam a chegar. O stress falava por si… Nem o mau tempo conseguiu derrubar a história do natal.


Foram oito edições consecutivas. Oito projetos diferentes. Mas essência do verdadeiro natal estava lá em cada projeto. A sério ou a brincar a mensagem era transmitida.


Durante oito anos o Reino de Herodes foi visitado por milhares de pessoas. Sim, milhares! O Presépio Vivo era talvez o evento que mais visitantes trazia a Alpalhão.


A personagem do temível Rei Herodes foi-me atribuída na primeira edição, mas acompanhou-me durante todas as outras edições. Diverti-me imenso com esta personagem. A cena de interação com público.


“Porque estás no lugar do castigo?” “As da bata azul… Aqui! Rápido!” “Tu!? Aqui! Rápido!” As falas que perduraram de ano para ano, e que ficam na memória. Sempre que um grupo chegava ao “palácio” havia sempre o receio de quem iria ser chamado.


O Reinado de Herodes Chegou ao Fim… Foram oito anos de trabalho, dedicação e pura diversão. Vivenciaram-se grandes aventuras, que ficam para a história. Cada participante deu o seu contributo à sua maneira.


“Naquele tempo Herodes reinava na Judeia”.


No dia 25 de dezembro de 2016 a poltrona de Herodes estará vazia…


Fábio Belo

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O estado da minha aldeia

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Uma vila que se tornou numa aldeia, pois não me admira, fica no interior do país. Muitos ainda questionam, se a sua localidade é uma vila, mas no entanto já se tornou numa aldeia com rumo a um aldeamento.


Assim que a noite cai surge um autêntico deserto, o único sinal de vida que se observa é o reflexo de luz vindo de algumas habitações e estabelecimentos públicos.


Muitos monumentos marcam a aldeia de uma forma positiva, mas ao mesmo tempo só se pode visitar o seu exterior, porque o seu interior permanece fechado. Alguns ainda se vão abrindo em ocasiões especiais. Dois museus um deles fechado. É pena!


Alpalhão também tem o seu lado positivo! Até poderá parecer, que estou a ironizar, mas não estou, Alpalhão tem um Hotel de quatro estrelas e ainda uma piscina de água salgada, apesar de ser privada é designada com a piscina da vila.
Finalmente os “nossos monumentos” vão ter identificação turística. Alpalhão vai ter percursos turísticos. Será a luz ao fundo do túnel?


Apesar de tudo, os traços gastronómicos, ainda estão bem vivos. Ainda se procura os bons enchidos, a doçaria típica, bem como os pratos típicos. O coração de algumas tradições ainda vai batendo, embora por vezes este coração pareça estar parado.


Este é o estado de uma vila, situada no interior do país. A minha aldeia do coração...


Fábio Belo

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O dia em que o mundo parou

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11 de setembro de 2001

 

Era de tarde. Estava a ver um programa infantil, quando o mundo parou. Sim, o mundo parou! Havia uma imensidão de olhares agarrados ao pequeno ecrã. Não havia consciência do que estava acontecer. Após alguns minutos um segundo avião embateu no World Trade Center. Sem que alguém desse por isso o maior dos ataques terroristas tinha acabado de acontecer.

 

Um ataque que vitimou cerca de 70 países. Pouco depois as ditas Torres Gémeas desabaram. Um atentado que projetou consequências mundiais. Ainda hoje estamos a viver as consequências do 11 de setembro de 2001.

 

Eram 20:00 horas, e outra imensidão de olhares recaiu sobre o pequeno ecrã. Todos os telejornais iniciaram da mesma forma: “Atentado terrorista nos EUA”.

 

No local onde se erguiam as Torres Gémeas do World Trade Center, que ficou conhecido como “Ground Zero”, os trabalhos de limpeza terminaram em maio de 2002. Na baixa de Manhattan ergue-se agora a Torre Um do novo World Trade Center, e o Museu Nacional do 11 de setembro.

 

Quinze anos depois o mesmo olhar recai sobre o pequeno ecrã. A lembrança. O terror. Um misto de emoções que é relembrado. O célebre 11 de setembro. Quinze anos depois todos os telejornais relembram o 11 de setembro. Um acontecimento que se tornou um “monumento”. Um “monumento” trágico que marca a história do mundo, a história do terrorismo.

 

11 de setembro o maior atentado terrorista de sempre?

Fábio Belo

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O Senhor Comunicação …

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 Manuel Luís Goucha, apresentador de televisão, é quem eu considero o “Senhor Comunicação”. Um homem com uma longa carreira televisiva, há anos a entreter os portugueses.


Estreou-se como ator, na RTP, mas rapidamente passou a apresentar programas de televisão. Começou por programas de culinária e pouco depois estava a apresentar o “Olá Portugal”. Atualmente o Goucha apresenta o “Você na TV” com Cristina Ferreira, um programa que está no ar há 12 anos.


Porque atribuo ao Goucha o título de “Senhor Comunicação”? É fácil. É o melhor apresentador da televisão portuguesa, estabelece uma grande ligação com o público através do seu blogue e é líder das manhãs há 12 anos. Recentemente lançou um livro que foi um sucesso.


O meu “líder”, a minha inspiração televisiva. Onde quer que ele entre, ele lidera.


A “Senhora Comunicação” é a mulher de Manuel Luís Goucha. Esta é outra igual ele. Não há projeto nenhum onde quer que entre que não se torne num sucesso. É claro que falo da Cristina Ferreira. Os dois, a Cristina e Goucha, são a inspiração de muitos que sonham a vir a ser apresentadores de televisão, o meu fascínio.


“A Comunicação aumenta a velocidade das realizações e multiplica os resultados” – Esta citação de Siloé Almeida encaixa-se na perfeição.


Quando será o dia… Há conversa com o “Senhor Comunicação”.


Fábio Belo

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 Fotografias retiradas da página de Facebook de Manuel Luís Goucha - TVI

https://www.facebook.com/manuelluisgouchatvi/

Concerto do Tony Carreira a grande aposta do "Nisa em Festa" 2016

 O concerto do Tony Carreira foi a grande aposta do “Nisa em Festa”. Um concerto anunciado durante a emissão do “Somos Portugal” transmitido em direto de Nisa no domingo de Páscoa.


Durante uma hora e meia Tony Carreira proporcionou um grande espetáculo musical a todos os presentes. Foi um grande momento de loucura…


Pelas 19:40 a primeira fila junto à grade que estava à frente do palco já estava composta e ansiosa pela chegada do “grande Tony Carreira”.


Mais uma vez o Município de Nisa está de parabéns pela grande diversidade cultural que ofertou aos seus munícipes e a todos aqueles que quiseram visitar o “Nisa em Festa”. O sucesso deste tipo de eventos só possível através da organização de uma grande equipa liderada por uma grande líder.


O “Nisa em Festa” que vai já terceira edição tem-se revelado num grande sucesso. Um evento para todas as faixas etárias e com uma grande oferta cultural e gastronómica.


Parabéns! "Nisa um concelho a investir, um concelho a visitar!"


Fábio Belo

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“Bombeiros, os Verdadeiros Heróis”

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Heróis, Homens celebres, é o que melhor descreve os bombeiros portugueses.


Há alguns anos atrás quando ouvia dizer que havia um incêndio e que mais uma vez lá iam os bombeiros, eu pensava e dizia para mim: - Mas não é o trabalho deles? Não! Agora não vejo os bombeiros como uma profissão. São soldados da paz que não combatem só incêndios, transportam doentes e pessoas com deficiência, fazem desencarceramentos em acidentes, fazem buscas em desaparecimentos, salvam animais. Os bombeiros são aqueles que partem para ajudar o outro, mas não sabem se voltam! Algo que já tinha referido numa publicação anterior, mas neste momento em que Portugal está a arder é que damos valor aos nossos soldados da paz.


Não há palavras para descrever esses Homens! São uns verdadeiros HERÓIS….
Força! Obrigado BOMBEIROS!


Partilho ainda um vídeo da TVI24, onde é possível ver-se o terror e a aflição de um incêndio.


Fábio Belo

 

“Portugal a arder”

Com o final da primavera e chegada do verão o risco de incêndio florestal aumenta. Todos os anos a lengalenga dos fogos está de volta. Por vezes não temos noção do terror provocado pelos incêndios, nem sequer sabemos dar o devido valor aos bombeiros…

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Há alguns anos atrás quando ouvia dizer que havia um incêndio e que mais uma vez lá iam os bombeiros, eu pensava e dizia para mim: - Mas não é o trabalho deles? Não! Agora não vejo os bombeiros como uma profissão. São soldados da paz que não combatem só incêndios, transportam doentes e pessoas com deficiência, fazem desencarceramentos em acidentes, fazem buscas em desaparecimentos, salvam animais. Os bombeiros são aqueles que partem para ajudar o outro, mas não sabem se voltam!

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O jornalismo tem coisas boas e más, como tudo na vida. Mas tem uma coisa boa, o profissional de jornalismo é aquele que vai ao local do acontecimento para depois contar os factos. Partilho agora uma situação que presenciei e vivi recentemente. Na terça-feira, 26 de julho, quando saí da redação e estava a ir para casa, a meio do caminho a emissão da Rádio Portalegre é interrompida para dar a notícia de que lavrava um fogo junto à vila do Crato. Já não fui para casa! Segui de imediato para o Crato para fazer a cobertura do incêndio florestal. Um incêndio de grandes dimensões, e que eu pensei que lavrava apenas em área florestal. Assim que chego á rotunda deparo-me com o incêndio a chegar ao IC13, saio do carro e começo de imediato a fotografar e a filmar. Durante esse aparato todo fui abordado por um GNR que teria de abandonar o local, mostrei a identificação, e senhor responde-me que o incêndio está a entrar no Crato e que há habitações risco. Sigo imediatamente para Flor de Rosa, chegando aéreo ao local encontro um dos piores cenários que se pode encontrar. Deparo-me com desespero das pessoas, o incêndio estava a poucos metros das habitações. Quando parece estar tudo controlado o fogo termina mesmo no limite dos limites, junto aos quintais das habitações que ficam entre o Crato e Flor da Rosa.

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Fotografias e filmagens, para aqui e para ali no meio de uma nuvem cinzenta de fumo que assombra o Crato e Flor da Rosa, apenas é possível ouvirem-se sirenes, gritos de desespero e o som das chamas. A aflição dos populares era visível. Em cerca de 40 minutos aquela povoação ficou rodeada de chamas. Quintais ardidos, duas habitações embora abandonadas estavam queimadas, animais mortos e uma vasta área florestal queimada. Com apenas 47 veículos de combate às chamas, três meios aéreos e 191 bombeiros foi possível combater o incêndio, que só ficou controlado com o cair da noite. Foram quatro horas de pura aflição que pareceram dias que não tinham fim.

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Naquele dia não foi possível entrevistar nenhum bombeiro. No dia seguinte consegui uma entrevista com o segundo comandante dos Bombeiros do Crato, Paulo Antunes. A entrevista decorreu no quartel dos Bombeiros do Crato. Paulo Antunes disse-me que teria de ser rápido, pois tinha muito a fazer no rescaldo do incêndio. O rosto do bombeiro transparecia cansaço, mas ao mesmo tempo uma força para lutar e estabilizar a situação. Este bombeiro, que representava o estado de todos os outros, mostrou a força que os move para ajudar o outro.

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O dia do incêndio fez-me lembrar o verão de 2003, um verão terrível. Foi raro o pivô de informação que não começou a condução do noticiário com celebre frase: “Boa noite! Portugal a arder”. Aquilo que me incomoda é saber que grande parte dos incêndios são fogos postos. Uma tristeza. Aqui fica apenas um episódio triste que mostra o quanto profissionais são os nossos bombeiros. Um bem-haja a todos os soldados da paz.


Fábio Belo

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 (Fotografias e vídeo da cobertura do incêndio no Crato)

 

Desfile: "Alpalhão, Florir com Tradição"

Desde do dia em que me convidaram para apresentação do desfile que fiquei ansioso pela preparação do evento e pelo dia de estreia.

Alpalhão, concelho de Nisa, distrito de Portalegre é uma vila rica em cultura e tradição: "De casas branquinhas se enfeita a nossa Terra".

Foi assim que começou o desfile, que superou as expetativas de todos. Ora veja o vídeo!

 Cada tradição foi narrada por dois narradores enquanto os modelos desfilavam e encantavam os espetadores.

A Cidália Rico, uma das narradoras do evento, durante os ensaios perguntava-me como é que eu não estava nervoso, eu dizia-lhe que não valia a pena. No entanto a Cidália fez um brilharete.

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Vária tradições foram recreadas... Mas as que mais gostei e que a meu ver criaram mais impacto foram: A Romaria da Senhora da Redonda e as Ceifeiras. No entanto todos os outros estiveram muito bem!

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No espaço era possível encontrar-se magníficos cenários.

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Ao longo do desfile enquanto apresentador, realizei algumas entrevistas, que foram surpreendentes. Aqui ficam os melhores momentos...

 Amélia Ribeiro uma pessoa fantástica, que representou muito bem. Uma mulher que cantou o descante e as ceifeiras e ainda animou bastante o público.

Agradeço à Débora Louro e à Associação de Jovens de Alpalhão pelo convite. Parabéns pela iniciativa.

"Juntos criamos futuro"

Fábio Belo

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É com os erros que se aprende...

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 Pedro Jorge foi um dos concorrentes expulsos do programa MasterChef Júnior no domingo, 19 de junho.

 
Pedro Jorge um concorrente genuíno, que encantou os portugueses. Tornou-se a figura mediática do programa de entretenimento da TVI. Este concorrente sempre foi uma pessoa honesta, espontânea e amiga. Nunca teve medo das suas palavras ou ações. “Vou-me cagar todo, mas pronto”.

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O meu concorrente preferido…
Especialista em carne….


Será que Pedro Jorge vai voltar à competição?


Fábio Belo

 

 

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(As fotografias foram retiradas da página oficial do Pedro Jorge)

 

Um outro Alentejo

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Em pleno Alto Alentejo, mais concretamente a um quilómetro da vila de Alpalhão situa-se a Quinta dos Ribeiros. Um espaço de agroturismo onde se avista a Serra de São Mamede e se sente a aragem fresca do Rio Tejo.

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Ao entrarmos neste espaço sente-se um cheiro adocicado do pomar e imaginamos passeios nas planícies douradas pelo sol. Durante o descanso ouve-se o chilrear dos pardais nas copas das árvores. Estamos num outro Alentejo, “onde o tempo é realmente tempo de descansar”.


Em 2000 a Quinta abre as portas ao público com o aluguer de quartos. Com o passar do tempo surgiu a ideia de se passar a alugar as habitações da Quinta por completo.

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Ao longo dos 70 hectares de terra, o nosso olhar debate-se com uma exploração agrícola, árvores de fruto, um olival e uma vinha em modo de produção biológica. Para embelezar este espaço alentejano pode confraternizar com diversos animais como patos, póneis, burros, vacas mirandesas, ovelhas e javalis.

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No meio de um cenário bucólico composto por pinheiros, sobreiros e eucaliptos, cabe um percurso de minigolfe, uma piscina e uma sauna.


Fábio Belo

 

(As fotografias foram retiradas da página da Quinta dos Ribeiros)